quinta-feira, 26 de abril de 2012

Debaixo da saia da crente

Olá a todos, pra quem não me conhece eu sou o eddie, tenho 1,75m, 80kg, cabelos escuros, olhos castanhos, 17cm de pau. nesse novo conto, vou falar de uma gatinha que conheci anos atrás e que reencontrei recentemente bem mudada! em meados de 99 ou 2000, a érica era uma menina bobona e gorda, dessas que ninguém presta atenção, mas mesmo assim eu era amigo dela, conversávamos bastante. e dava pra ver no jeito dela falar comigo e de me olhar que ela estava interessada, mas nunca dei bola. depois da 8ª série, vi ela de novo uma ou duas vezes, e mais nada. surpreendentemente, em janeiro/2004, estava eu em uma loja de roupa no centro e lá estava ela como atendente! a menina murchou! ela tem longos cabelos castanhos, peitos grandes e morenos, barriguinha definida, coxas torneadas marcadas pela caça de ginástica e uma bundinha muito gostosa dessas que é quase impossível não dar aquela encoxada. fui logo bater papo com ela, elogiei, disse que estava muito bonita, gostosinha. mas ela é comportada, é crente da assembléia. problema? na verdade é mais um desafio! acabamos saindo juntos, tive até que frequentar a igreja dela por um tempo até que conseguir beijar os lábios carnudos dela um mês depois. namorávamos sempre na casa dela, onde pudessem nos ver. pra atiçar a comportada crente, comecei a dar beijos mais longos e apaixonados, massageei suas costas e seus braços enquanto a beijava, a coloquei na parede e cheguei junto e ela, um dia, acabou percebendo meu volume no umbigo dela. ela teimava comigo, tentava me fazer baixar o fogo mas era foda, ela era muito gostosa e eu queria levantar aquela saia. um dia, durante um culto na igreja dela, fomos ao banheiro e puxei ela pro box comigo. lá, mostrei meu caralho pra ela e ela quase tentou expulsar do demônio de mim. segurei ele e comecei a bater uma, ela ficou curiosa e quis pegar. deixei ela pegar e ela puxou e empurrou, batendo a primeira punheta da vida dela. ela começou a sentir coisas, um calor como ela dizia e eu pedi pra ela colocá-lo na boca. notei um olhar safado e curioso nela, ela se ajoelhou e o beijou... lambeu minha cabecinha... lambeu o resto dele e, timidamente, começou a engoli-lo. os fiéis louvavam e oravam e ela chupava meu pau com voracidade e inexperiência, me fazendo segurar-me nas paredes do box e rosnar de tesão. avisei que ia gozar e que ela devia engolir tudo, mas ela não quis. resultado: minha porra jorrou no rosto, no cabelo e nos peitos dela. ela se limpou com o papel higiênico e disse que adorou a experiência. sugeri um novo estágio no dia seguinte, na casa dela. sozinhos em casa, sentados nos sofá, nos beijávamos com tesão e eu passava a mão na barriga e nas costas dela, fazendo-a tremer de excitação. então, subi a mão para o peito dela e ela desabou sobre mim... apertei com calma, com tesão, brinquei com o biquinho dela e me diverti com seus gostosos gemidos. eu estava ensinando uma crente a gostar de sexo e aquilo era muito excitante. tirei a blusa e o sutiã dela e mamei em seus seios, lambuzei-os com minha língua e chupei gostoso para me fartar. ela abraçava minha cabeça e pedia mais, falava "não pára, meu deus, me dá mais". ela tirou minha camisa e beijou e lambeu meu peito e minha barriga, tirou minha calça e bateu uma punheta gostosa pra mim. enquanto me chupava com mais gosto e experiência do que no dia anterior, eu ainda não me conformava com aquela saia q ela não tirava. fiz ela ficar de quatro naquele sofá e levantei um pouco sua saia, dando de cara com uma calcinha enorme. tirei a calcinha dela e senti o odor de tesão daquela garota que, anos atrás, era gorda e feia mas se tornou uma gostosa de primeira que eu estava louco pra provar. lambi seu rego, lambi seu cuzinho a fazendo pedir por mais, ela gritava de tesão enquanto eu descia minha língua praquela buceta virgem e peluda que me chamava. posicionei meu já lubrificado e encapado pau na entradinha fechada dela e fui penetrando devagar, rompendo o hímem e ouvindo um "ai" que eu não sabia se sentia pena ou tesão. meu pau se atolou por baixo da saia da crente e lá era quente e melado, do jeito que uma buceta tem que ser. tireia virgindade dela e ela chorou emocionada e com dor. segurei forte em sua cintura e a puxei pra mim, comendo-a como um cão, metendo gostoso naquela xana recém-desvirginada! érica cravou suas unhas no sofá e empurrou sua bunda contra mim, me incentivando naquela foda maravilhosa que me enlouquecia. minhas bolas batiam no clítoris dela, o impacto de suas grandes nádegas comigo parecia o bater de palmas, gemíamos com muito tesão desejando cada vez mais um ao outro. senti que estava pra gozar e aumentei o ritmo das estocadas, fazendo érica gritar que me amava, que me queria, que queria que eu gozasse tudinho na bucetinha dela... e gozei, gozei jatos quentes de porra, senti cada milímetro saindo de mim e desabei sobre ela, nossos suores escorrendo e se misturando. eu beijava seu pescoço e a chamava de gostosa, de crente apetitosa, de bucetuda safada e ela sorria maliciosamente pra mim. mas, depois de ter sido tão doce, quis ser malvado pra finalizar. tirei a camisinha do meu pau e o posicionei no cuzinho dela,que se arreganhou toda pra mim sem mais delongas, pronta a se dar toda pra mim qnd eu quisesse. meu pau entrou devagar sem dificuldades, sem fazê-la sofrer. deixei que ela se acostumasse e fui fazendo movimentos de leve, tirando e pondo, moldando aquele cuzinho no formato do meu pau. travei minhas mãos nos ombros dela, beijei seu pescoço e dei estocadas leves, fazendo movimentos de vai e vém devagar, até ficar tão excitado outra vez com aquela gostosona. meu pau começou a deslizar mais rápido no ânus dela e ela começou a sofrer pelo cuzinho. repetia o tempo todo "ai meu deus ai meu deus ai meu deus, pára, por favor, pára" mas eu num parava, estava excitado, estava louco, a sensação de um pau dentro de um cú é indescritível e eu num podia parar. bombei na bunda dela por uns dez minutos até enchê-la de porra outra vez. satisfeito com aquela foda, tirei meu pau da bunda dela, a beijei apaixonadamente e a levei pro banho, onde nossa foda seguinte foi mais calma.

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